sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Dança na escola??
Qual a real importância? O seu objetivo? entre outros....
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Passos que escrevem uma vida.....
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
EnvelheSer
Este trabalho partiu da reflexão sobre a qualidade de vida das pessoas, diante disso qual o verdadeiro sentido da palavra envelhecer. Envelhecer abrange vários aspectos, então, o que é envelhecer? O que significa esse envelhecer que não se resume apenas aos aspectos físicos do ser humano, entretanto, o que esses aspectos tem a dizer quanto ao processo de envelhecimento e quanto esse processo interfere na formação da personalidade e vice e versa?
Nosso objetivo é construir um trabalho artístico a partir do homem e o seu processo de construção como indivíduo, desde o seu nascimento até a morte, uma vez que em toda a sua vida ele está sempre se constituindo num processo pelo qual transforma a natureza, as suas condições de vida e, conseqüentemente, cria e recria a si mesmo e a sua espécie.
O envelhecimento é uma fase natural da vida, determinada basicamente por três fatores: a genética, o estilo de vida e o ambiente. Ainda estão arraigados na sociedade muitos paradigmas com relação ao envelhecimento.
Hoje, para, os jovens, a velhice ou mesmo a meia idade parece algo muito distante, mas sempre é bom lembrar que vivemos , caminhamos para a velhice queiramos ou não.
A medida que vamos envelhecendo, uma série de mudanças irão ocorrer no nosso organismo. É fato que o envelhecimento é uma das fases da vida que é marcada por várias perdas de ordem física, emocional e social. É fato também que durante essa fase algumas características são marcantes e comuns, porém, uma questão deve ser levada em consideração: a individualidade. As pessoas envelhecem de maneira diferente uma das outra.
Sherwin B. Nuland nos diz que (...) cada um de nós é a sua própria década. Nenhum número pode nos definir como maduros, idosos ou anciãos. Só poderemos ser definidos por aquilo que nos tornamos( ). Um envelhecer repleto de sentido é aquele momento no qual predominam uma atitude contemplativa, sem ser estática, e reflexiva. É o momento em que a pessoa se reconcilia com seus fracassos, erros e defeitos, aceitando a si mesmo, aprendendo a desfrutar dos prazeres que essa etapa possibilita e transformando a sua experiência de vida, a sua história em um estado de espírito.
É necessário refletir sobre o interior do ser humano, seu desenvolvimento pessoal, em busca do amadurecimento e plenitude enquanto seres humanos, que não se resume aquilo que é palpável. Não basta ter. É preciso ser.
Pretendemos estabelecer uma relação entre a composição coreográfica e o objeto observado que foi o próprio homem, procurando significado e instrumentos para o intérprete – criador. Queremos contribuir para uma reflexão sobre o interior do ser humano, seu desenvolvimento pessoal, em busca do amadurecimento e plenitude enquanto seres humanos, uma vez que este envelhecer acontece de maneiras diferenciadas, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, históricas e culturais sem deixar de atribuir aos mesmos a responsabilidades de entender e administrar seu próprio envelhecimento.
A terceira idade e o idoso, não existem por si mesmos, eles ganham significados pelos discursos e as formas como são apresentados e representados. O crescente aumento da população idosa, bem como o tratamento dispensado a esta por parte da sociedade tem sido uma das nossas reflexões uma vez que a visibilidade é uma das formas mais importantes de reconhecimento social no que diz respeito ao reconhecimento de seu papel na sociedade da qual faz parte, o que torna este tema bastante relevante. Pretendemos sensibilizar aos que terão a oportunidade de assistir este trabalho quanto à compreensão da importância de tal segmento populacional; proporcionar reflexões sobre algumas formas de ser e viver socialmente.
Criação coreografica: Karina Calheiros, Rianne Ferraz e Sandrelly Araújo. Direção: Ms. Paula Caruso
quarta-feira, 17 de março de 2010
Dançar.....
de passos mais ou menos arbitrários que são o resultado de
combinações mecânicas e que, embora possam ser úteis como
exercícios técnicos, não poderiam ter a pretensão de constituírem uma arte: são meios e não um fim. (Isadora Duncan, apud GARAUDY:1980)










